HELBER AMO (1)
  • HOME
  • SOBRE MIM
  • CURSOS
  • SERVIÇOS
  • CONTEÚDOS TÉCNICOS
Menu
  • HOME
  • SOBRE MIM
  • CURSOS
  • SERVIÇOS
  • CONTEÚDOS TÉCNICOS
FALE COM A GENTE

O QUE ESPERAR DA CONSTRUÇÃO EM 2025?

Sem categoria

Estamos finalizando o ano de 2024, com o setor da construção em alta. Mas esta demanda, não necessariamente significa que as nossas construções são entregues com qualidade, pelo contrário, muitas destas têm ido parar na justiça, justamente pela péssima qualidade na entrega. Vamos entender os porquês desta deficiência… O mercado atual da construção não qualifica o profissional para este estar apto a desempenhar suas funções. O engenheiro e o arquiteto sai da faculdade sem entender como é a prática de uma obra, pois a faculdade não ensina a “pisar” na obra. As faculdades, mesmo não ensinando a prática, estão deficientes na qualificações dos futuros engenheiros e arquitetos, ainda mais hoje oferecendo a modalidade EAD. Além de que estes profissionais não procuram a qualificação, não buscam treinamentos para evoluírem na profissão. Podemos pontuar que as construtoras, em especial as pequenas e médias, buscam uma quantidade de obras, e por este volume, por não terem mão de obra qualificada, entregam péssimas obras aos clientes, muitas destas como disse, indo parar na justiça. E a mão de obra? Por que está cada vez mais escassa? Por que tanta demanda? e ao mesmo tempo tanta falta de qualidade na execução? Infelizmente a mão de obra, com raras exceções, buscam também a quantidade, e em virtude ainda da concorrência do mercado, optam por “pegar” várias obras ao mesmo tempo. Moral da estória…obras entregues de péssima qualidade. E o cliente?…Será que este também tem culpa? Podemos sim atribuir a muitos clientes que buscam “preços atrativos”, não levando em consideração a qualidade do profissional. Preço baixo não combina com mão de obra qualificada. Portanto, todos têm culpa…a má formação nas faculdades, as construtoras negligentes, os clientes que buscam a pechincha. (barganha). Precisamos melhorar o profissional, melhorar a entrega, melhorar o comprometimento, ou teremos em 2025 uma piora das nossa obras. Eng Helber Amo – 27/12/2024

27 de dezembro de 2024 / 0 Comentários
leia mais

De quem é a “CULPA” por TANTAS INFILTRAÇÕES?

Sem categoria

Por que será que de cada 3 casas, 1 destas tem a terrível UMIDADE ASCENDENTE… Estamos acostumados a dizer assim, ” a culpa é daquele produto x, y, z”…que eu usei e “não presta”! Esta “desculpa” precisa ser muito bem analisada antes mesmo de nós culparmos os produtos que aí estão no mercado. Trabalho com correção de umidade ascendente há muitos anos, corrigindo, corrigindo… A pessoa constrói hoje e dali meses, ou no máximo 5 anos, o mesmo ciclo vicioso de sempre. Vou esplanar aqui de 2 formas, sendo que vou “dividir ” a culpa nestas minhas explicações. Sempre tivemos a “cultura da impermeabilização”…e você me pergunta, Qual é? Aquela que no momento de impermeabilizar as edificações, desde as mais simples possíveis, a pessoa vai ao material de construção, no home center e pega uma caixinha do produto X para impermeabilizar. Por que estão acostumados a fazer este ciclo? Por que “todo mundo” faz isso! ou seja, é uma cultura viciante que a maioria faz, nem sabe o que está realmente comprando. Vamos entender melhor. Primeiro existe a preocupação de “levantar as paredes” os mais rápido possível, já que o pedreiro ganha por metro, por produtividade, e claro, não vale a pena ” perder tempo” com algo que ninguém vai perceber se está certo ou errado. O negócio é fazer o mais rápido e “se livrar do problema”. Agora vamos analisar este roteiro com as possíveis perguntas… 1- Que tipo de impermeabilizante a pessoa está comprando? Argamassa polimérica rígida, flexível, elastomérica? Pintura asfáltica, aditivo hidrofugante? Manta asfáltica? Produto cristalizante? 2- Estes produtos comprados aleatoriamente são para pressão positiva ou negativa? 3- Quem está aplicando estes produtos? Existe a supervisão de um especialista? No caso um engenheiro? 4- Durante o processo de aplicação é feita a supervisão deste especialista, ou mesmo do empreiteiro responsável pela obra? 5- A base do pilares foram impermeabilizadas? Como? Qual método aplicado? 6- Quantas etapas de impermeabilização um baldrame precisa? 7- Onde o solo deve ficar, 4cm, 5cm abaixo do nível final do baldrame, ou deixa solo rente ao nívelf final do baldrame? Pode ter certeza que pelo menos 5 destas etapas NÃO SÃO SEGUIDAS! Dali alguns meses, anos, a umidade começa a subir pelas suas paredes…tornando um “câncer” na vida das pessoas que ali convivem, na maioria das vezes, corrigindo, corrigindo…sem solução. O que quero dizer é que existem produtos paliativos sim, ineficazes, inoperantes, com “prazo de validade”, mas existem muitos produtos bons, que levam a culpa no processo, sabe por que? PELA MÁ APLICAÇÃO DO MESMO, POR APLICAR UM PRODUTO ERRADO, ONDE DEVERIA SER USADO OUTRO, ou ainda pela falta de um profissional habilitado, que saiba instruir que produto usar, pra aquela situação. O que falta hoje é isso, um preparo maior de profissionais capacitados para realizar esta tão importante etapa de uma construção. Hoje o mercado está recebendo novos produtos, com novas tecnologias, e isso vai ajudar e muito neste processo de MELHORAR A QUALIDADE DAS NOSSAS OBRAS. Mas pra isso, PRECISA TER UM A MÃO DE OBRA QUALIFICADA. Não adianta ter uma “ferrari e não saber diirigir”! O custo de impermeabilização inicial é 0,1% (custo da obra). Pra refazer depois, 10% dos custos. Ou seja…POR QUE NÃO FAZER BEM FEITO DESDE O INÍCIO? Fica aqui a minha mensagem aos engenheiros, arquitetos, construtores…vamos melhorar a qualidade desta mão de obra que faz o processo de impermeabilizar! Perguntas podem ser direcionadas para este email, [email protected]. Engº Helber Amo.

28 de agosto de 2022 / 0 Comentários
leia mais

Cimento é tudo igual?

Sem categoria

Não pode “padronizar” o cimento na obra!!!! Importante deixar uma atualização com relação ao vídeo de ontem… Durante o vídeo eu apresentei alguns dados, e estes, estão desatualizados. A NBR 16697-2018 tem os valores atualizados. Consulte a NBR para maiores detalhes. O CP II F pode ter entre 11-25% de material carbonatico. O CP III até 75% de escória.O material carbonático aumentou em 5% em geral, apenas no CP II F que aumentou em 15% indo até 25%. O termo “seca” deve ser usado como “endurece” com o sentido de ganho de resistência, velocidade das reações de hidratação do cimento. “Seca” normalmente se relaciona com a perda da água por evaporação. O termo “secagem” do concreto ou argamassa deve ser evitado pois acontece dois fenômenos ao mesmo tempo: a secagem pela perda da água por evaporação e o endurecimento pela reação química da hidratação do cimento. Mas, o que dá resistência é a reação de hidratação que por óbvio necessita de água para ocorrer daí a necessidade da cura. Pozolana e não “Pozolona”. Engº Helber Amo.

29 de julho de 2022 / 0 Comentários
leia mais

Não faça CONCRETO ERRADO na obra!

Estruturas

Um grande erro na moldagem de concretos nas obras, é confundir Fck e Fcm. Ambos são utilizados para a moldagem do traço de concreto. Só que estes têm resultados COMPLETAMENTE diferentes! Vamos entender isso… Quando moldamos concretos, seja na obra ou mesmo na usina, baseamos no Fcm inicial e no Fck final. Neste caso o Fcm é a RESISTÊNCIA DE DOSAGEM, de preparo do concreto, baseado nas condições do local e qual a categoria deste concreto. Na usina o desvio padrão é baixo, pois todos os quantitativos são baseados em PESO, portanto este desvio padrão é baixo. Na obra utilizamos o cimento em PESO e o agregados em Volume. neste caso o desvio padrão é alto, cheganndo a 10 Mpa. Por isso que muitos dos traços no youtube estão sendo baseados no Fcm e não no Fck. Imagina um concreto com Fck de 20 Mpa sendo baixado em 10 Mpa. Isso pra estrutura é prejudicial, pois não teria um concreto estrutural, o que também estaria fora de norma. Por isso se atente ao preparo do concreto e não COMETA ESTE ERRO, que pode prejudicar seu concreto. O vídeo abaixo explica maiores detalhes.

26 de julho de 2022 / 0 Comentários
leia mais

Paginação de posts

Anterior 1 … 7 8

Sobre a Engenharia na prática

Uma abordagem que vai além da teoria, focando na aplicação real dos conceitos no dia a dia da construção e execução de projetos. O Eng. Helber acredita que a verdadeira aprendizagem acontece na prática, onde é possível gerenciar equipes, resolver problemas imprevistos, dimensionar projetos e lidar com os desafios das obras.

Siga-nos nas Redes

Facebook Youtube Instagram Linkedin