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MUDE SUA REALIDADE EM 2026 ENGENHEIRO

ENGENHEIRO, APRENDA A PRÁTICA DE UMA OBRA! (2026)

Artigos

Ano passado (2025), eu abordei muitas obras em estados de colapso, principalmente pela falta de profissionais gestores capacitados na experiência prática da obras. Mostrei inclusive uma obra que foi demolida em 90%, em virtude da negligência no processo de execução. Por que muitas obras têm acontecido isso? 80% DOS CASOS É FALTA DE PLANEJAMENTO E DOMÍNIO DOS PROCESSOS DE UMA OBRA! Já disse em alguns artigos que o aluno de engenharia, de  arquitetura, saindo da faculdade, têm muitas dúvidas, de qual área realmente seguirá após formado. Já disse também de toda a insegurança, os medos que pairam sobre os recém-formados, justamente pela falta de experiência que é pertinente a esta fase do aluno. Não somente os recém-formados, mas muitos engenheiros, mesmo já estando há anos no mercado, ainda esbarram nas dificuldades de uma obra, principalmente no PLANEJAMENTO INICIAL. Se você pudesse escolher engenheiro…arquiteto, qual área hoje você escolheria? PROJETOS ou GESTÃO DE OBRAS? Se você olhar para as oportunidades do mercado, vai se deparar que as construtoras, as grandes obras buscam profissionais com alguns requisitos para trabalhar em campo (pisando na obra). Existem oportunidades para projetistas? Sim, claro que existe, mas muito mais voltada para algumas atribuições específicas de projetos, que ao meu ver, pela minha experiência, não oferece grandes atrativos aos interessados. E o mercado de obras? Este sim…têm grandes oportunidades para àqueles que realmente desejam alavancar suas carreiras. Mas nem tudo são flores neste quesito, pois nos deparamos com um paradoxo grande, entre a alta demanda de gestão de obras e a péssima entrega da maioria delas. E por que isso acontece? Já trouxemos aqui em muitas oportunidades que o engenheiro gestor de hoje carece de maior formação de “campo”…como assim? Você deve estar se perguntando… Quantos processos têm em uma construção? Como avaliar o desempenho da mão da obra executora? Quantas dores temos durante as etapas construtivas? Quantas etapas temos durante uma construção? E você gestor, está preparado para administrar estes processos durante uma obra? Você está preparado para solucionar problemas durante as etapas construtivas? Por isso que não basta ter a melhor formação acadêmica, se você na obra não souber destes processos. Não basta ter o melhor QI se você não sabe gerenciar as pessoas com quem trabalha, sendo líder e não chefe. Por isso que o mercado de obras carece muito de profissionais que conheçam as fases da obra e principalmente, COMO RESOLVER OS PROBLEMAS QUANDO ESTES APARECEM. Deixo aqui mais uma dica para você que está nesta situação, ENFRENTANDO DIFICULDADES DE GESTÃO e buscando OTIMIZAR OS PROCESSOS DAS SUAS OBRAS. Veja o quão promissor pode ser o MERCADO DE GESTÃO DE OBRAS, o quão pode lhe trazer sucesso na carreira e alavancar seu patrimônio em um curto espaço de tempo. Busque a qualificação, busque o aprimoramento, busque estudar como é  o processo gerencial de obras e naturalmente o mercado lhe trará estas oportunidades. Se tudo isso faz sentido pra você engenheiro e arquiteto…nós podemos lhe ajudar! Entre em contato conosco através deste email! Venha pra nossa FORMAÇÃO GESTOR DE OBRAS NA PRÁTICA! [email protected] Eng Helber Amo 05/01/2026  

5 de janeiro de 2026 / 0 Comentários
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QUEM PAGA A CONTA AGORA ENGENHEIRO?

Artigos

Esta semana as imagens da demolição de uma obra nos chamaram muito a atenção, principalmente pelo fato de ser uma obra de alto padrão. Imagens estas que gerou muita indignação pelo fato da maioria apontar como “culpada” a contratação de “mão de obra barata” pelo cliente. Será que podemos apontar apenas mão de obra barata como a responsável por tudo aquilo? A verdade é que antes de chegar na mão de obra, temos que avaliar os responsáveis pela obra, os responsáveis pela gestão, e depois sim, poder culpar a mão de obra barata, se é que esta tem culpa. Todo planejamento de qualquer obra passa inicialmente pela contratação de profissionais, como o engenheiro e o arquiteto. Estes dois profissionais serão os responsáveis por desenvolver todos os projetos e assumir as responsabilidades perante os órgãos, como a prefeitura e o condomínio. Se houver erro de projeto por exemplo, o profissional responsável irá assumir as deficiências do projeto, e assim segue sucessivamente as ocorrências de uma obra. Mas…Como uma obra pode chegar naquele nível? Como pode o cliente “aceitar” tamanha negligência e omissão e deixar chegar naquele estado?…a ponto de ter que demolir por completo. Existem vários formatos de contratação, seja o engenheiro ou o arquiteto. E o formato vai depender justamente das atribuições do profissional perante a obra. Nesta obra havia a gestão de uma profissional RESPONSÁVEL por todo o andamento da obra, por todas as atribuições da mesma, sejam questões técnicas e também a qualidade da mão de obra executora. De forma resumida a contratação da gestão pelo cliente coloca o profissional como responsável em 100% de tudo que possa acontecer na obra. Se houver problemas técnicos, problemas com a mão de obra, atrasos, não importa qual seja, o GESTOR É O RESPONSÃVEL pelos processos. Durante a minha primeira avaliação nesta obra como responsável pelo laudo pericial, constatei uma deficiência enorme na qualidade da mão de obra, deficiência esta que gerou a maior parte da indignação de quem visualizou as imagens. A pergunta de muitos… Como a cliente deixou chegar neste estado? Por que não parou antes? Não importa agora, mas não é de responsabilidade do cliente cuidar dos processos da obra, e SIM A GESTÃO É A RESPONSÁVEL. A mão de obra deveria ter sido trocada de imediato após as primeiras execuções. Qualquer leigo conseguiria identificar as barbaridades feitas na mesma. Onde estava a gestão durante a obra? Por que não fez a troca da mão de obra? O fato é que houve NEGLIGÊNCIA e OMISSÃO que culminaram com estes processos de demolição parcial. E a pergunta do título…QUEM PAGA A CONTA? Esta obra está na justiça e espera-se que os culpados sejam responsabilizados, que os culpados sejam identificados, ou melhor, já estão identificados. Cabe a justiça ser feita e os responsáveis pagarem POR TAMANHA OMISSÃO E DESCASO. Fica o aprendizado, muito cuidado na hora de contratar profissionais para sua obra. Não acredite em páginas da internet, páginas que ostentem tamanho glamour. Se você acreditar nisso, sua obra PODE ACABAR DA MESMA FORMA QUE ESTA. PEGA A VISÃO Gostou do conteúdo? Deixe seu comentário: [email protected] Engº Helber Amo 17/11/2025

17 de novembro de 2025 / 0 Comentários
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COMO CONTRATAR A MÃO DE OBRA?

COMO NÃO ERRAR…NA HORA DE CONTRATAR A MÃO DE OBRA!

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Um dos maiores TRAUMAS que uma pessoa pode ter durante uma construção, é ter um a MÃO DE OBRA DESQUALIFICADA, que irá trazer sérios transtornos durante o processo. Transtornos estes que podem “ACABAR” com a realização de um sonho tão almejado. Vou apontar alguns fatores e alguns tópicos para você aprender a não errar nesta contratação. Este levantamento é para você GESTOR/CLIENTE estar ciente de todos os detalhes na contratação da mão de obra. O intuito é de não errar nesta contratação, POIS ESTE ERRO PODE TRAZER GRANDES TRAUMAS E DESPERDÍCIOS PARA SUA OBRA. Evitar assim… – Valores irreais na sua obra – Mão de obra desqualificada – Pagar mais do que foi executado. – Abandono de obra no meio do processo. Quais itens você deve se atentar na contratação desta mão de obra? Este formato de contratação pode ser vantajoso ao cliente, desde que, tenham todos os projetos na obra, um responsável técnico e que esta mão de obra seja qualificada. O importante é avaliar a qualificação da equipe, avaliar se o projeto é seguido fielmente! Avaliar a qualidade na montagem das ferragens, vigas, pilares, etc. Avaliar a qualidade do assentamento da alvenaria. Avaliar se os “4 pilares” essenciais são seguidos. (esquadro, prumo, alinhamento e nível). Se atentar a etapa da impermeabilização. Qual processo será adotado? Quais produtos serão utilizados? Acompanhar se não há desperdícios na obra, como tijolos, restos de massa, tábuas de caixaria, etc. Qual o cronograma da obra? Quantas pessoas o empreiteiro coloca à disposição? Como o empreiteiro faz a divisão da equipe na obra? Se a equipe não estiver dentro do padrão de qualidade, realizar a troca o quanto antes. Procure contratar a mesma equipe, que comece e termine a obra, isso vai evitar ter qualidades diferentes no acabamento. Como proceder na montagem do contrato com esta mão de obra? O cliente deve contratar a mão de obra por cada etapa. Esta deve ser feita de forma separada, contendo valores para cada serviço, ou cada etapa. Não contratar por metro quadrado a obra fechada. (erro grave) O empreiteiro deve estudar o projeto, analisar os pavimentos, o tipo de terreno, o pé direito da construção, o padrão de acabamento, se há muros de arrimo, piscina, escadas complexas, pórticos em concreto armado. Separe a obra por etapas: Serviços de terraplenagem. Muros de arrimo. Muro de fechamento. Marcação da obra. Fundações e impermeabilizações. Ferragem armada na obra ou comprada em separada. Levantar e cobrir cada pavimento. Tipo de telhado. Se tem vários pórticos em concreto armado. Serviços de hidráulica e elétrica. Serviços de acabamento em cada pavimento. Calçadas externas. Pisos externos. Rampas de acesso. Piscina O orçamento deve conter todas estas etapas, discriminando os valores para cada uma delas. Isso vai facilitar o controle por parte do cliente, até mesmo na hora de realizar os pagamentos. De forma resumida a intenção é avaliar a qualidade dos serviços contratados. Presar pelas boas práticas da execução. O cliente ter o orçamento discriminado em detalhes, sabendo o que consta em cada etapa. Pagando de forma quinzenal, mas dentro dos serviços executados. Se faltar serviços daquela etapa, reter pelo menos 10% para ser pago no final. Este formato de contratação garante credibilidade e confiança entre cliente e proprietário. Gostou deste conteúdo? Deixe seu comentário. [email protected] Engº Helber Amo 10/11/2025

10 de novembro de 2025 / 0 Comentários
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OBRA SEM PROJETO ESTRUTURAL?

SUA OBRA APRESENTOU PROBLEMAS ESTRUTURAIS, MAS VOCÊ NÃO TEM PROJETO!

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Esta semana recebi uma proposta de assessoria para uma obra finalizada há alguns meses, e que de imediato, passou a apresentar problemas estruturais, como trincas e recalques. Como muitos sabem, eu realizo diversas consultorias em relação a problemas estruturais, sejam para obras de pequeno e médio porte. Toda consultoria passa por quatro pilares iniciais, que são eles: – consulta inicial para avaliar todo contexto das patologias da obra. – avaliação do projeto estrutural. – visita in loco para melhor avaliação. – proposição de soluções. Nesta avaliação inicial, a responsável relatou “n” problemas de recalques, trincas, infiltrações, uma série de reclamações… Quando eu perguntei…” A OBRA SEGUIU O PROJETO ESTRUTURAL?” Pra minha “NÃO SURPRESA”, ele disse que NÃO HAVIA PROJETO ESTRUTURAL, e que o arquiteto responsável pela execução “tinha muita experiência”, e por isso não precisava de projeto estrutural. Como disse, pra mim NÃO É SUPRESA, pois ainda muitas pessoas mitigam este projeto sob alegação de “o pedreiro disse que não precisa”, “o pedreiro fala que faz isso há 50 anos”, “o projeto é muito caro”, falácias assim, que já estou acostumado a vivenciar na realidade das obras. Neste caso, desta obra com esta série de patologias…COMO É QUE VOCÊ VAI IDENTIFICAR? se não tem sondagem do solo, projeto de fundações, pilares, vigas e lajes… Como é que você vai identificar e poder propor soluções, se nem ao menos você tem um projeto de parâmetro. Situações como esta se tornam impossíveis de serem avaliadas, pois não há como avaliar o projeto mais importante de uma obra, que é o projeto estrutural, onde constam todas as informações estruturais da edificação. Por isso eu falo e venho falando há tempos que, NÃO MITIGUE o projeto estrutural, e  mais, NÃO PROCURE O PROJETO BARATINHO, pois quando você precisar de assessoria na obra, FICARÁ NA MÃO. Contrate sem um projeto estrutural, e principalmente, que este mesmo projetista lhe possa assessorar na obra durante as etapas da estrutura. Gostou deste conteúdo? Deixe seu comentário! [email protected] Engº Helber Amo 03/11/2025

3 de novembro de 2025 / 0 Comentários
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ENGENHEIRO 2026 VAI PRECISAR “ASSENTAR TIJOLO”?

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Esta semana eu fiz a publicação de um post no instagram (uma réplica), onde a pessoa dizia que o engenheiro muito em breve vai precisar “assentar tijolo”, pois a geração de construtores está sendo aposentada e ficando velha, além das faculdades não ensinarem a prática de uma obra aos engenheiros… Disse também que a diária de um pedreiro pode chegar a R$ 1.000 em certos estados do Brasil…Será mesmo? Estas afirmações procedem, e estão amparadas na atual formação dos engenheiros que não buscam a qualificação… Mas e o cliente de hoje…qual o perfil deste cliente na hora de contratar a mão de obra… Será que este está “concordando” em pagar R$ 1.000 por uma diária? Muito cuidado com a resposta, pois a realidade na hora da contratação é outra… Mas isso será assunto para outro post, pois eu preciso mostrar que o cliente de hoje NÃO BUSCA QUALIDADE e sim PREÇO. Vamos falar sobre o tema…o engenheiro vai precisar assentar tijolo…será mesmo? Eu já disse em outras oportunidades que a faculdade NÃO ENSINA A PRÁTICA DE UMA OBRA…NUNCA ENSINOU E NUNCA VAI ENSINAR…isto é fato! Agora esta afirmação do engenheiro assentar tijolo vem do fato principal, da baixa formação técnica do engenheiro de hoje, os baixos salários aplicados pelas construtoras e ainda pela NÃO RENOVAÇÃO da mão de obra operária, dos grandes construtores. O engenheiro de hoje se forma sem especialização alguma, já com uma deficiência da faculdade, e o pior…este NÃO QUER SE QUALIFICAR! Acha que simplesmente a graduação, a pós graduação, vai lhe preparar para o mercado de obras e este é o maior erro do profissional de hoje. Podemos citar ainda que a graduação e a pós graduação focam em teorias, e NADA DE PRÁTICA E NADA DA REALIDADE DE UMA OBRA. As construtoras não buscam valorizar o engenheiro de hoje, ofertando sempre baixos salários e condições cada vez piores de trabalho. Podemos citar que o estagiário de uma obra ganha metade que um servente ganha na obra. O servente da obra tem diária na média de R$ 150,00 e o estagiário trabalha o mês para ganhar R$ 1.500,00. Você entende agora as diferenças? O engenheiro já é desvalorizado desde o seu estágio… Por isso sim, DEPENDENDO DE CADA UM, se este não buscar a qualificação profissional, buscar entender o que o mercado realmente precisa, sim…vai precisar aprender a assentar tijolo na obra. E se precisar assentar tijolo, pode acreditar que vai ganhar mais que a maioria dos engenheiros de hoje. Pega a visão engenheiro! A decisão é sua! Ou se qualifica e vai ser um engenheiro de sucesso profissional e financeiro, ou vai precisar ir pra obra, assentar tijolo e também ganhar muito bem. Gostou deste conteúdo? Deixe seu comentário: [email protected] Engº Helber Amo 06/10/2025

6 de outubro de 2025 / 0 Comentários
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Sobre a Engenharia na prática

Uma abordagem que vai além da teoria, focando na aplicação real dos conceitos no dia a dia da construção e execução de projetos. O Eng. Helber acredita que a verdadeira aprendizagem acontece na prática, onde é possível gerenciar equipes, resolver problemas imprevistos, dimensionar projetos e lidar com os desafios das obras.

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