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qual a diferença entre projeto e execução?

QUAIS AS DIFERENÇAS ENTRE A.R.T DE PROJETO E EXECUÇÃO?

Artigos

Algumas pessoas acabam confundindo as diferenças entre A.R.T de projeto e execução, ou ainda, as responsabilidades perante à prefeitura na hora de aprovar os projetos para uma construção. Pra ficar bem claro, vou explicar as diferenças entre estes projetos e suas respectivas atribuições. Quando você tem um projeto de aprovação perante a prefeitura, (documento que emite o alvará de execução para o início da obra). Este projeto precisa ter um arquiteto(a) que seja responsável pela autoria pelo mesmo, com a emissão de uma R.R.T (registro de responsabilidade técnica), e um responsável técnico pela obra, neste caso um engenheiro(a) ou arquiteto(a) (A.R.T. ou R.R.T.). Neste projeto de aprovação constam as metragens da edificação, com suas respectivas informações sobre zoneamento do local, recuos obrigatórios, permeabilidade do solo, entre outras informações. Com o alvará de execução em mãos, inicia-se as contratações dos projetos complementares: – projeto planialtimétrico (vem antes do projeto arquitetônico). – projeto de sondagem do solo. – projeto estrutural (fundações, vigas, pilares e lajes). – projeto de contenções (se tiver). – projeto hidráulico. – projeto elétrico (projeto de ares condicionado). – projeto de terraplenagem. – projeto e impermeabilização (quase ninguém faz este). Todos estes projetos são desenvolvidos por engenheiros habilitados perante o CREA, sendo em todos eles obrigatórios a emissão de A.R.T. (anotação de responsabilidade técnica, esta de PROJETO). Estas A.R.T.s não contemplam a EXECUÇÃO dos projetos. Se for contratada a execução dos mesmos, estes terão que ter a emissão de A.R.T. de EXECUÇÃO. Parece confuso? Na verdade importante entender que PROJETO não atrela EXECUÇÃO. Se for contratada a GESTÃO DA OBRA, será necessário apresentar a A.R.T. ou R.R.T. para este serviço de administração da obra. Estas são as diferenças entre os projetos e as suas respectivas atribuições. O mais importante é e entender que uma A.R.T. de projeto NÃO ATRIBUI RESPONSABILIDADE a respectiva execução. São contratações separadas. Quem vive o dia-a-dia de uma obra sabe destas diferenças. Por isso importante entender na hora das contratações. Gostou deste conteúdo? Fez sentido para você? Deixe seu comentário! [email protected] 26/05/2025

26 de maio de 2025 / 0 Comentários
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USAR ADITIVOS NO CONCRETO NA OBRA?

CONCRETO NA OBRA…PODE USAR ADITIVO?

Artigos

Esta semana alguns alunos da pós graduação vieram me questionar sobre o uso de aditivos plastificantes e hidrofugantes nos concretos. Concretos estes feitos na betoneira com a função estrutural para pilares e vigas. Com relação ao uso dos hidrofugantes, vou abordar em outro artigo, pois neste em especial quero abordar o uso em especial dos plastificantes e incorporadores de ar. A dúvida principal é com relação ao uso do aditivo para “aumentar” a resistência do concreto, utilizando menos água na composição, pois como sabemos a relação água-cimento está diretamente ligada a resistência do concreto. Em 2020, com o protagonismo do estudioso em concretos Ademar, nós dosamos traços de concreto estruturais (método ABCP de dosagem), traços estes de Fck 20MPa, 25MPa e 30MPa, alterando inclusive o uso de tipos de cimentos diferentes, como o CP2, CP3 e CP4. Durante esta série nós preparamos na obra os traços estruturais, moldamos corpos de prova, que foram rompidos na CS Consultoria, e após 28 dias, durante o rompimento destes corpos de prova, PROVAMOS as resistências dos concretos destinadas na obra, em especial para PILARES e VIGAS DE CONCRETO. Você que deseja se aprofundar no assunto, indico pesquisar no Canal Engenharia na Prática, pois há 2 séries completas sobre este assunto, com todo detalhamento possível. Atualmente estamos vendo a publicação de vídeos na internet sobre o uso de aditivos com a função estrutural, inclusive “prometendo” aumento de resistência e coisas do tipo. Primeiro é preciso TOMAR MUITO CUIDADO, pois estes vídeos estão sendo difundidos por quem NÃO TEM ATRIBUIÇÃO ALGUMA EM CONCRETOS, principalmente os “pedreiros influencers”. Algo muito sério, pois estes estão exercendo ATIVIDADE ILEGAL DA PROFISSÃO, pois não cabe a um pedreiro querer falar de concreto, de resistência, relação água-cimento, e sim algo específico que cabe APENAS a um  ENGENHEIRO HABILITADO EM DOSAGEM DE CONCRETOS. O uso de aditivos no concreto para AUMENTO DE RESISTÊNCIA e outras funções, como RETARDADORES DE PEGA, PLASTIFICANTES, SUPERPLASTIFICANTES e outros, está condicionado “EXCLUSIVO” às concreteiras, pois estas dosam os concretos com uma resistência de dosagem muito próxima da resistência à compressão, pois todos os componentes são dosados em peso, e não em volume, como na obra. A concreteira precisa dosar um concreto com o máximo de precisão, pois se dosar com um desvio-padrão muito alto, acaba ficando inviável para a empresa. E na obra… É possível usar o aditivo? É possível usar o aditivo x, y, z lá na betoneira? durante o preparo do concreto? Sim, é possível, desde que HAJA UM CONTROLE na preparação, desde que critérios técnicos sejam adotados no preparo, sem falar que este concreto DEVE SER DOSADO para o uso do aditivo. Não é simplesmente tirar água e colocar aditivo, como mostram na internet, como UM PASSE DE MÁGICA! NÃO EXISTE ISSO! É necessário atestar junto a empresa as características do produto, especificações, além de moldar corpos de prova e atestar as RESISTÊNCIAS FINAIS deste concreto. Não é simplesmente chegar na obra sob a “a promessa da empresa” e usar aditivo x, y, ou z no concreto sob o pretexto de AUMENTAR A RESISTÊNCIA DO CONCRETO como se fosse uma fórmula mágica. Vamos ter mais atenção e filtrar muito bem os conteúdos na internet, pois muitos estão atrás dos “likes” e sequer estão preocupados com o resultado destas publicações. Se este conteúdo fez sentido para você… Deise seu comentário no email: [email protected] 19/05/2025 Eng Helber Amo

19 de maio de 2025 / 0 Comentários
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PROJETO ESTRUTURAL NA OBRA

ENGENHEIRO…VOCÊ SABE LER UM PROJETO ESTRUTURAL?

Artigos

Você saiu da faculdade e se depara que NÃO SABE LER UM PROJETO ESTRUTURAL! Isso pode parecer anormal, mas é PERFEITAMENTE ACEITÁVEL, por que? A faculdade NÃO VAI CAPACITAR VOCÊ, e sim mostrar todos os caminhos a serem percorridos pós faculdade… Durante a faculdade o aluno vai ter uma série de disciplinas de cálculos, entre as quais, concretos armados, fundações, concreto protendido, alvenaria estrutural, mas que de forma geral, é uma abordagem resumitiva, que não irá preparar o aluno para interpretar um projeto por completo. Por isso que o aluno, nas maioria das vezes, sai da faculdade sem saber ler um projeto de estruturas, sem saber tirar aquela dúvida do pedreiro na obra. Então, já que você não sabe ler, interpretar um projeto estrutural, vou aqui enumerar os 7 passos de um projeto estrutural que você precisa dominar, e aprender QUAIS SÃO OS ERROS (DORES) NA HORA DE INTERPRETAR UM PROJETO ESTRUTURAL. 1 – LOCAÇÃO DAS ESTACAS VOCÊ GESTOR DEVE REALIZAR A CONFERÊNCIA DAS ESTACAS NA MARCAÇÃO PELO TOPÓGRAFO…CONFERIR NA PRANCHA DO PROJETO… DORES: PODE OCORRER ERROS NA MARCAÇÃO (CUIDADO COM AS DIVISAS) E SE VOCÊ TIVER QUE MARCAR A OBRA? VOCÊ SABE POR ONDE COMEÇAR? 2 – ABERTURA DOS BLOCOS DE COROAMENTO VOCÊ SABE O QUE É COTA DE ARRASAMENTO? POR QUE BLOCOS TRAPEZOIDAIS? BLOCOS QUADRADOS? RETANGULARES? DORES: DEIXAR FERRAGEM SEM COBRIMENTO, SEM LASTRO DE CONCRETO MAGRO, SEM VIBRAÇÃO 3- ABERTURA DAS VIGAS BALDRAME AS VIGAS ATRAVESSAM OS BLOCOS DE COROAMENTO? OU VÃO SOBRE OS BLOCOS DE COROAMENTO? QUAL A DIFERENÇA? DORES: PERMITIR QUE ESTAS VIGAS SEJAM CORTADAS PELO PEDREIRO PARA MELHOR ENCAIXE SOBRE AS OUTRAS VIGAS. 4- LOCAÇÃO DOS PILARES COMO DEVE SER POSICIONADO O PILAR EM RELAÇÃO AOS ARRANQUES? E SE O ARRANQUE ESTIVER DESLOCADO DO PILAR…PODE “ENTORTAR”? DORES: PILARES AMARRADOS DE FORMA ERRADA, SEM COBRIMENTO MÍNIMO CONCRETOS DE 3MPa FEITOS NA BETONEIRA. 5 – VIGAS EM VÃO LIVRE COMO AVALIAR O POSICONAMENTO DAS BARRAS E PODER EXPLICAR PRO PEDREIRO…POR QUE MAIS AÇO EMBAIXO, OU VICE VERSA? DORES: LOCAÇÃO DE VIGAS SEM A DEVIDA ANCORAGEM NOS PILARES. CAIXARIAS DEFICIENTES, FORA DE PRUMO, BIXEIRAS EM CONCRETOS DORES: VIGAS COM CONCRETO FRACO, BIXEIRA 6 – VERGAS E CONTRAVERGAS VOCÊ SABE QUAL A FINALIDADE DAS VERGAS E CONTRAVERGAS COMO POSICIONAR ESTAS EM RELAÇÃO A ESTRUTURA DA CASA? 2 BARRAS DE AÇO OU UMA VIGA DE 20X 20? DORES: PODE ATRELAR ESTA ESTRUTURA AO PILAR? 7 – LAJES TRELIÇADAS O QUE É H8 (CAPA4 + LT12) SABE IDENTIFICAR ISSO NO PROJETO? QUAL A POSIÇÃO CORRETA DAS LAJES EM RELAÇÃO ÀS VIGAS? O QUE VAI CONFIGURAR O ENGASTE DA LAJE EM RELAÇÃO À VIGA SIMPLESMENTE “APOIAR”…ESTÁ CORRETO? DORES: ESCORAMENTOS DEFICIENTES, FISSURAS POR FALTA DE NEGATIVOS NAS LATERAIS, FALTA DE NEGATIVOS ENTRE AS LAJES. Gostou do conteúdo? Faz sentido pra você Deixe seu comentário! [email protected] Se você deseja mudar a sua carreira engenheiro, se deseja se capacitar, venha para os nossos treinamentos. Eng Helber Amo 12/05/2025

12 de maio de 2025 / 0 Comentários
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O CLIENTE NÃO QUER PAGAR A GESTÃO DA OBRA?

CLIENTE ACHA CARO PAGAR A GESTÃO? MELHOR RESPOSTA!

Artigos

Recentemente alguns engenheiros e arquitetos têm me procurado a respeito de clientes “reclamarem” de pagar a gestão da obra (aquela de 10% a 15% sobre os valores gastos durante a obra), ou ainda este mesmo cliente dizer que o “pedreiro vai fazer”. Antes de qualquer resposta a negativa do cliente, você como profissional deve entregar todas as informações explicativas, deve esclarecer sobre o que é realmente o processo de gestão… Geralmente o cliente “leigo” acha que gestão da obra é aquela de passar na obra 1 vez por semana, algo de forma esporádico, sem compromisso. ISSO NÃO É GESTÃO! JAMAIS! Infelizmente muitos entregam este tipo de “gestão”, de forma omissa, negligente, e posso afirmar… Não pode confundir GESTÃO com VISITAS TÉCNICAS. São procedimentos COMPLETAMENTE DISTINTOS. A gestão é um procedimento onde o gestor ficará responsável por todos os processos da obra, entre as quais, as cotações em busca dos melhores fornecedores, gerenciar todas as etapas da obra, antecipar aos problemas que podem acontecer, gerenciar toda execução da mão de obra, de cuidar do fechamento das planilhas com os gastos da obra, ainda com o respectivo cronograma físico financeiro da mesma. De forma resumida o gestor é o “CARA” que chama a responsabilidade da obra e tem que resolver as pendências junto ao cliente. Não pode deixar “pontas soltas”. Ao mesmo tempo o gestor não é “babá” de pedreiro, pois muitos podem confundir com isso e achar que o gestor tem que chegar às 8h na obra e sair às 17h…CLARO QUE NÃO. O gestor cuida dos processos gerenciais não somente de um obra, mas de várias ao mesmo tempo. GESTÃO É UM PROCESSO QUE DEMANDA CAPACITAÇÃO E MUITO TRABALHO. Isso é o que você precisa apresentar ao seu cliente na hora da contratação, mostrar que uma gestão de qualidade, pode representar economia na obra, sem gerar desperdícios, sem retrabalho com processos feitos de forma errada. ISSO CHAMA ECONOMIA! Agora não vamos comparar com essa do “pedreiro gestor”, pois isso não pode ser comparado. Cabe ao pedreiro (construtor) executar e não cabe a ele estas atividades gerenciais. Muitas dos problemas nas obras é a falta de gestão, onde o cliente delega ao pedreiro e acaba gastando muito mais, tendo uma série de desperdícios na obra. Moral da estória, se mesmo assim depois de toda explicação, ele ainda achar caro, simples…MANDA ELE MESMO FAZER A GESTÃO. Aprenda uma coisa engenheiro/arquiteto…o cliente quer seu trabalho apenas, não espere que vá lhe valorizar. De certa forma SEMPRE VAI ACHAR CARO! Agora, pode ter certeza, que mesmo achando caro, se ELE ENCONTRAR VALOR EM VOCÊ, SE PASSAR CONFIANÇA, irá lhe contratar. Falo isso com experiência. Pega a visão! Se este conteúdo fez sentido para você, deixe seu comentário! [email protected] Eng Helber Amo 05/05/2025

5 de maio de 2025 / 0 Comentários
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SERÁ QUE ISSO É VERDADE?

FUJA DO “OPERACIONAL” ENGENHEIRO! COMO ASSIM?

Artigos

Recentemente um engenheiro recém-formado me questionou sobre a promessa de “fugir do operacional” da obra…sob o pretexto de que a obra dá muito trabalho e poucos recursos. Segundo ele tinha visto em publicações da internet este tipo de abordagem… Precisa tomar muito cuidado com este tipo de afirmação, ou abordagem, ou até mesmo de pensamento, pois isso NÃO É A REALIDADE DE MERCADO para o recém-formado. Vou explicar o contexto. Nas redes sociais nos deparamos com muitas promessas de “fuja do operacional”, “o engenheiro que fica na obra não ganha dinheiro”, ou ainda, “não trabalhe para o cliente final” pois isso gera muita dor de cabeça, este tipo de falácia, de que tudo é fácil! NADA É FÁCIL! Este tipo de promessa pode ser viável para um nível de profissional que está no mercado há anos…que já passou pelo processo de experiência de anos, que já entendeu todas as dores de um processo construtivo, além de conhecer como pensa o cliente final. Agora, imagina você que saiu da faculdade, sem experiência, não conhece absolutamente nada de obra, nunca construiu antes…como é que você engenheiro/arquiteto recém-formado QUER FUGIR DO OPERACIONAL? Por isso que hoje com a minha experiência de mais de 13 anos, posso afirmar que para você “fugir do operacional”, você precisa OBRIGATORIAMENTE passar pelo processo do APRENDIZADO. Aprendizado este que passa pelo conhecimento de todo o processo construtivo, das etapas de uma obra, do gerenciamento de uma obra, de conhecer que a obra tem muitas dores, e que é FUNDAMNENTAL entender como resolver os “BOs” de uma obra. Não acredite que o processo de “fugir do operacional” seja algo simples…que seja algo palpável em um curto espaço de tempo…NÃO!!! isso não existe! Mais uma vez chamo você para não acreditar nas “promessas fáceis da internet! Cabe a você PROFISSIONAL RECÉM-FORMADO buscar a sua qualificação, o seu treinamento, pra depois sim, poder “fugir do operacional”,se este for seu objetivo. Este conteúdo fez sentido pra você? Deixe seu comentário! [email protected] Eng Helber Amo 28/04/2025

28 de abril de 2025 / 0 Comentários
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Sobre a Engenharia na prática

Uma abordagem que vai além da teoria, focando na aplicação real dos conceitos no dia a dia da construção e execução de projetos. O Eng. Helber acredita que a verdadeira aprendizagem acontece na prática, onde é possível gerenciar equipes, resolver problemas imprevistos, dimensionar projetos e lidar com os desafios das obras.

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